Novos membros do Conselho Municipal de Alimentação Escolar tomam posse

Para novo presidente do colegiado, o Pnae na pandemia será a principal e mais urgente tarefa da gestão
A cerimônia foi presidida pelo secretário Elder Maia, e ocorreu de forma semipresencial (Foto: Luan Oliveira)

Foram empossados nesta terça-feira (25) os novos membros do Conselho Municipal de Alimentação Escolar (CAE), na sede da Secretaria Municipal de Educação (Semed). A cerimônia foi presidida pelo secretário Elder Maia, e ocorreu de forma semipresencial. Na ocasião, foram também eleitos os novos presidente e vice do conselho, Allan Manoel Almeida da Silva e Renildes Ramos dos Santos.

“O Conselho é composto por representantes das merendeiras, dos pais, das escolas, dos estudantes, dos sindicatos e demais entidades da sociedade civil. É um conselho extremamente relevante, cumpre um papel político de controle social e estão nos ajudando a monitorar toda a carência que existe de alimentação escolar nesse período dramático de pandemia”, explicou o Elder Maia.

O novo presidente do conselho, Allan Almeida, diz que a pandemia criou novas dificuldades para a execução do Plano Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e que superar esses desafios será o foco da gestão. “A gente tá tendo que se adaptar para que o Pnae realmente funcione. O conselho tem que ser atuante nesse sentido para que haja fluidez”, pontuou Almeida.

Foram também eleitos os novos presidente e vice do conselho, Allan Manoel Almeida da Silva (esq.) e Renildes Ramos dos Santos (3ª esq.) (Foto: Luan Oliveira)

Foram empossados os conselheiros Maria Patrícia Felizardo Oliveira, Allan Manoel Almeida da Silva, Renildes Ramos dos Santos, José Cícero Domézio, Josival Batista dos Santos, Telma do Nascimento Vieira e Roberto Bastos Costa. Como suplentes, foram indicados Joerlândia Pereira de Almeida, André Ribeiro de Lima, Ana Maria Rozendo Bertoldo, Mikaele de Azevedo, Luzinete do Nascimento Silva, Mauricéia Ferreira da Silva e Gildo Santana de Souza.

O presidente, a vice, os sete conselheiros e sete suplentes devem continuar no colegiado durante todo o quadriênio. “São fundamentais e são mais um parceiro de gestão que reivindicam, que cobram e que nos auxiliam também a tomar decisões importantíssimas”, concluiu o secretário.

Luan Oliveira (estagiário) / Ascom Semed

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