Defesa Civil de Maceió participa de curso da CPRM para aperfeiçoamento e prevenção de desastres

Curso foi ministrado de forma on-line. Foto: Isabela Keyla Silva/Defesa Civil de Maceió

Agentes da Defesa Civil de Maceió (DCM) participaram de um curso ministrado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), onde foi abordado conhecimentos sobre riscos hidrológicos e técnicas de prevenção de desastres causados pela chuva.

O curso, de título “Percepção e Mapeamento de Área de Risco Geológico”, foi ministrado de forma on-line ao longo de quatro dias, e dividido em duas semanas, se encerrando nesta quarta-feira (2). A capacitação visa contribuir para a compreensão dos fenômenos que provocam os deslizamentos de barreiras e inundações.

“Para estes profissionais, o curso serve para o nivelamento de conceitos e também como uma revisão do tema”, afirmou Leandro Galvanese Kuhlmann, coordenador-executivo do Departamento de Gestão Territorial do CPRM.

Curso foi ministrado de forma on-line. Foto: Defesa Civil de Maceió

De acordo com a coordenadora do Centro Integrado de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil de Maceió (Cimadec), Joanna Borba, a iniciativa do curso foi do órgão local, que fez a solicitação da reciclagem.

“É muito importante a gente participar. Em 2019, tivemos um curso presencial, aqui na Defesa Civil, mas voltado para o Mapeamento dos Bairros, apenas aqui para os agentes do Cimadec. Esse ano, pedimos de novo, mas eles não conseguiram e fizeram um que abrange todas as áreas de risco não só de Maceió”, explicou Borba.

Para o coordenador geral da DCM, Abelardo Nobre, o curso é importante no aperfeiçoamento das ações preventivas. “A cidade de Maceió tem um relevo acidentado, uma estrutura geológica sedimentar e quando se junta isso à água, já temos uma boa ideia do que se pode acontecer. Além disso, temos muitas fissuras, popularmente conhecidas como ‘grotas’, que oferecem muita instabilidade quando chove. Esse curso nos ajuda a trazer novas e melhores ideias de prevenção para que possamos reduzir e até extinguir os riscos para a população”, concluiu Abelardo.

Erik Maia/Secom Maceió

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