28 de junho: Dia Internacional do Orgulho LGBT

Dia 28 de junho é dedicado às manifestações em prol dos direitos LGBTQIA+ (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Transexuais e Queer, Assexual, Intersexo e demais orientações sexuais e identidade de gênero). Nesse dia, é comemorado o Dia Internacional do Orgulho LGBT, ou simplesmente Dia do Orgulho Gay.

Devido às represálias enfrentadas na década de 1960, foram organizados diversos protestos em favor dos direitos homossexuais por várias cidades americanas. Em consequência disso, em 1° de julho 1970, foi realizada a primeira parada do orgulho LGBT e, desde então, diversas manifestações ocorrem pelo mundo para celebrar a data e conscientizar a população sobre o combate à homofobia.

De acordo com Rafael Gomes, coordenador de Diversidade Sexual, da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), o Dia do Orgulho Gay é de extrema importância para enaltecer, se orgulhar e celebrar o amor e a igualdade entre os gêneros.

“Não importa se uma pessoa é heterossexual, homossexual, bissexual, transgênero, travesti ou intersexo, o importante é ser respeitada como um ser humano e ter todos os seus direitos garantidos”, afirmou Rafael.

Dia Internacional do Orgulho LGBT

Segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking dos países que mais matam transgêneros. Em 2020, o país registrou 129 assassinatos de pessoas trans, um aumento de 70% em relação ao mesmo período do ano passado.

Com os dados preocupantes, Igor Nascimento, Conselheiro Municipal dos Direitos e da Cidadania LGBT de Maceió, reforça a necessidade de garantir os direitos da comunidade.

“Existe uma necessidade dos LGBTQI+ aparecerem para a sociedade afirmando sua existência. No Conselho, cobramos ao governo para que assuma sua parte, afinal as políticas públicas não podem ter distinção de pessoas pelo sexo, religião ou orientação sexual”, concluiu Igor.

A Prefeitura de Maceió trabalha para garantir políticas públicas à comunidade LGBTQIA+, realizando ações de conscientização e acesso aos direitos.

Iara Alencar (estagiária)/ Ascom Semas

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